Nos Estados Unidos, quem recebe mais votos pode perder a eleição. Como assim?
Nos Estados Unidos, quem recebe mais votos pode perder a eleição. Como assim?
Imagine que dois candidatos disputam a Presidência. Um recebe 80 milhões de votos e o outro, 77 milhões. Quem ganhou?
No Brasil, considerando apenas esses dois candidatos e seus votos válidos, venceria quem recebeu 80 milhões.
Mas nos Estados Unidos, a história pode ser diferente!
Isso acontece porque os americanos utilizam um sistema chamado Colégio Eleitoral.
Afinal, o que é o Colégio Eleitoral?
Apesar do nome, não é uma escola nem um lugar onde as pessoas vão votar.
O Colégio Eleitoral é um sistema formado por 538 representantes, chamados de eleitores, responsáveis por escolher formalmente o presidente e o vice-presidente dos Estados Unidos.
Cada estado tem direito a uma quantidade desses representantes, de acordo com sua representação no Congresso americano. Washington, D.C., também participa.
Para vencer a eleição presidencial, normalmente um candidato precisa conquistar pelo menos 270 dos 538 votos eleitorais.
Como isso funciona na prática?
Vamos usar a Califórnia como exemplo.
O estado possui 54 votos eleitorais. Imagine que um candidato receba 51% dos votos populares e seu adversário, 49%.
Mesmo com uma diferença pequena, o vencedor leva os 54 votos eleitorais da Califórnia.
Isso acontece porque, na maioria dos estados, funciona a regra de que quem vence leva tudo. Maine e Nebraska são exceções, pois utilizam outro modelo de distribuição.
Depois da votação popular, os eleitores do Colégio Eleitoral se reúnem para votar formalmente.
Então quem tem mais votos pode perder?
Exatamente!
Em 2016, Hillary Clinton recebeu quase 3 milhões de votos populares a mais que Donald Trump.
Mesmo assim, Trump venceu porque conquistou 304 votos eleitorais, contra 227 de Clinton.
Ou seja, o que define o vencedor não é simplesmente a quantidade total de votos populares, mas a conquista dos votos eleitorais de cada estado.
Por que alguns estados recebem tanta atenção?
Porque existem estados onde a disputa entre democratas e republicanos costuma ser muito equilibrada.
São os chamados swing states, ou estados decisivos.
Uma pequena diferença de votos nesses lugares pode mudar o resultado da eleição inteira.
E o que isso tem a ver com o Brasil?
Muita coisa! O presidente americano influencia decisões sobre comércio internacional, dólar, tecnologia e relações diplomáticas.
Por isso, entender as eleições americanas ajuda a compreender acontecimentos que também podem afetar nossa economia.
Agora ficou mais fácil: nos Estados Unidos, o povo vota, mas é o Colégio Eleitoral que formaliza a escolha do presidente.
No Brasil, considerando apenas esses dois candidatos e seus votos válidos, venceria quem recebeu 80 milhões.
Mas nos Estados Unidos, a história pode ser diferente!
Isso acontece porque os americanos utilizam um sistema chamado Colégio Eleitoral.
Afinal, o que é o Colégio Eleitoral?
Apesar do nome, não é uma escola nem um lugar onde as pessoas vão votar.
O Colégio Eleitoral é um sistema formado por 538 representantes, chamados de eleitores, responsáveis por escolher formalmente o presidente e o vice-presidente dos Estados Unidos.
Cada estado tem direito a uma quantidade desses representantes, de acordo com sua representação no Congresso americano. Washington, D.C., também participa.
Para vencer a eleição presidencial, normalmente um candidato precisa conquistar pelo menos 270 dos 538 votos eleitorais.
Como isso funciona na prática?
Vamos usar a Califórnia como exemplo.
O estado possui 54 votos eleitorais. Imagine que um candidato receba 51% dos votos populares e seu adversário, 49%.
Mesmo com uma diferença pequena, o vencedor leva os 54 votos eleitorais da Califórnia.
Isso acontece porque, na maioria dos estados, funciona a regra de que quem vence leva tudo. Maine e Nebraska são exceções, pois utilizam outro modelo de distribuição.
Depois da votação popular, os eleitores do Colégio Eleitoral se reúnem para votar formalmente.
Então quem tem mais votos pode perder?
Exatamente!
Em 2016, Hillary Clinton recebeu quase 3 milhões de votos populares a mais que Donald Trump.
Mesmo assim, Trump venceu porque conquistou 304 votos eleitorais, contra 227 de Clinton.
Ou seja, o que define o vencedor não é simplesmente a quantidade total de votos populares, mas a conquista dos votos eleitorais de cada estado.
Por que alguns estados recebem tanta atenção?
Porque existem estados onde a disputa entre democratas e republicanos costuma ser muito equilibrada.
São os chamados swing states, ou estados decisivos.
Uma pequena diferença de votos nesses lugares pode mudar o resultado da eleição inteira.
E o que isso tem a ver com o Brasil?
Muita coisa! O presidente americano influencia decisões sobre comércio internacional, dólar, tecnologia e relações diplomáticas.
Por isso, entender as eleições americanas ajuda a compreender acontecimentos que também podem afetar nossa economia.
Agora ficou mais fácil: nos Estados Unidos, o povo vota, mas é o Colégio Eleitoral que formaliza a escolha do presidente.

